Há poucas horas, cheguei de Belo Horizonte, onde participei d 18o. Encontro Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, na PUC-Minas. Abaixo, algumas impressões:
# Abertura: Além do credenciamento, solenidades como esta servem para confraterização inicial, ou seja, para as pessoas de todos os GTS se encontrarem. Contou com a palestra do francês Gilles Lipovetsky sobre Hiperconsumo. De acordo com a programação, as sessões de autógrafos, entre as quais a do livro Redes Sociais na Internet, da Raquel, aconteceriam no local do coquetel. Por causa de um mal-entendido entre a Editora e a organização, isso não acabou acontecendo, o que não impediu que todos os livros levados pela Editora ao evento fossem vendidos.
# GT Comunicação e Cibercultura: Gostei de todos os trabalhos, ainda que nem todos me interessassem com a mesma intensidade devido às pesquisas que desenvolvo. Apresentei Redes Temáticas na Web e Biossocialidade on-line na mesa Redes Sociais e Biossocialidade on-line, ao lado da Raquel Recuero e da Gabriela Zago, trabalho que relatei (e gostei muito). O GT sempre teve sala cheia, o que demonstra o interesse pela e a pertinência da temática. Todos os textos do artigos e dos relatos estão disponíveis aqui. Só o que atrapalhou foi uma rede wi-fi muuuito instável.
# Festa: A festa lado B, organizada pelo Vinícius, começou no restaurante 2009 (que no ano passado se chamava 2008) e continuou na Usina do Cinema. Neste lugar, para chegar à pista, tínhamos que passar por um cinema que, por sua vez, ficava passando imagens interessantes. Da pista, dava para ver essas imagens. Os DJ`s, tirando alguns poucos lapsos, mandaram muito bem. As opções foram bastantes originais e estava muito divertido.
# BH: Não deu tempo para aproveitar tudo de bom que esta cidade tem a oferecer. Fiquei sabendo que BH é um pólo de design e moda, algo que eu desconhecia totalmente. Fica para a próxima.
Mais uma vez, foi muito legal reencontrar amigos, colegas de pesquisa e ex-professores. Como eu e a Adri comentamos, a Paula e a MC fizeram falta. Eu sempre saio da Compós cheia de ideias e de sugestões para novas abordagens de pesquisa (empírica ou teórica). Nesse ano, a Compós ainda me trouxe novas perspectivas de atuação para o evento do ano que vem (PUC- Rio). Além, é claro, de muita “perucagem” e de muita história para contar. Em todos os sentidos gostei mais dessa edição do que a do ano passado.